Arquivo para maio \28\UTC 2010

Show da vida?

Era uma plena quarta-feira, não teria aula no meu colégio por seu o dia da capacitação dos professores, foi um sonho. No dia anterior tinha feito a melhor faxina da minha vida no meu quarto que agora se vê descente. Mas voltando, no dia em que estaria de folga, minha irmã aproveitou e chamou uma galera da pesada aqui pra casa, assistir um filme de terror e se atolar na pipoca caseira.

Mas antes disso, era umas 11h00min da manhã quando eu decidi ver vídeos no Youtube, vídeos inúteis para se dizer de passagem. Entretanto, eles eram muito engraçados no meu ponto de vista. Sabe, é cada coisa que a gente encontra no Youtube que não é brincadeira não, cada vídeo tosco que chega a dar medo.                  Continue lendo ‘Show da vida?’

Tudo pode dar errado, mas o fim não é igual

Sexta-feira para muitos é considerada o dia da alegria, da libertação de uma vida escrava, do dia que serve como válvula de escape da semana. Para mim, não. Sexta-feira para mim é o dia da aventura, onde nada é previsto e tudo faz parte do improviso.

Começamos deste modo, vamos lembrar um ditado do qual não sei as palavras certas, porém é mais ou menos assim: “Se quer fazer grande, não deixe o sol te pegar na cama”. Acordo de 05h10min toda sexta pelo fato de ser o meu contra-turno onde passo o dia todo no colégio.

Chego ao colégio com aquela cara de que não sabe o que faz ali, mas então. Minha primeira aula do dia é INFORMÁTICA. Sério, 07h10min da manhã e ter aula de informática não é para qualquer um, mas quando falamos da minha mente digivoluida eu sou capaz. –N

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Dentre loucos e normais, no meio existe um trabalho de Inglês.

Eu estava fuçando minha pasta de texto, que sinceramente parece um abismo entre o céu e a terra lá você encontra de tudo desde textos meus, da minha irmã, de outras pessoas, de matérias, enfim um pouco de tudo, mas lá também tem espaço para os meu antigos trabalhos que sobreviveram do meu controle alt + delete, raramente sobrevive algum trabalho do meu comandinho mágico. E como por acaso me saltou aos olhos um trabalho de inglês do ano passado, cujo tema era A escola do Futuro, que devia ser feito em inglês. Decide compartilhá-lo com vocês.

Era um trabalho em trio – os integrantes era a Dani, a Nanny e eu – sintam que vem merda por ai, três adolescentes com uma imaginação além do comum, usando toda a criatividade para dizer como seria as escolas no futuro. No final das contas não me lembro o motivo mais a Nanny não ajudou a montar o trabalho, deve ter viajado ou algo do tipo, em tão sobrou para a árdua tarefa de esquentar os neurônios para mim e a Dani.    Continue lendo ‘Dentre loucos e normais, no meio existe um trabalho de Inglês.’

A história de Patrick, um menino sem sorte.

Era uma vez um menino sapeca chamado Patrick, ele era bonito, alegre e mais alguns adjetivos que poderiam chegar a duas paginas de interrogações. Enfim, Patrick não tinha muita sorte, na verdade, ele não tinha um pingo de sorte. Isso era para o mesmo chato, porém visto aos olhos sádicos era um fato engraçado, muito.

Patrick acordava todos os dias com um mesmo pensamento que dizia: “Será que hoje meu dia terá sorte?”. Não, seus dias não tinham sorte nem que a vaca tossisse, latisse ou tivesse algum nome com “sse” no fim. Como seu colégio era no período da tarde, a manhã dele sempre estava livre para suas peripécias. Passava a manhã todinha jogando RUNESCAPE, um jogo para nerds viciados na droga TPM (Tô Precisando de Memória).  Quando chegava a hora do almoço, seu prato já com a comida era maior que o monte Everest, para sua sorte ele não engordava por nada.       Continue lendo ‘A história de Patrick, um menino sem sorte.’


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